terça-feira, 7 de setembro de 2010

Entendendo o Corpo da Bailarina

Para gente falar de dança, precisamos perceber que a dança além de toda a magia e arte também é considerada um esporte, pelo menos pelos olhos da saúde. Então é necessário que a gente encare uma bailarina profissional como uma atleta de elite (daquelas que vão para as olimpíadas) e uma amadora como um atleta amador, e uma pessoa que pratica a dança por hobby (1 vez na semana e olhe lá), podemos enxergá-la como aquele futebolzinho com os amigos de final de semana, sabe?

Assim é didaticamente mais fácil para entendermos algumas coisas.

Toda atividade física requer habilidades, cada uma com suas especificidades, então se desenvolve a capacidade física de cada atleta, para se chegar ao máximo do rendimento que esse atleta pode chegar.

A capacidade física deve ser trabalhada de acordo com a atividade praticada. Ou seja, com um maratonista deve ser feito um trabalho de resistência, um levantador de peso precisa de força. Quando este treinamento é realizado de forma desorganizada e inadequada, não há ganho no desenvolvimento da técnica e de execução o que compromete o potencial e desanima o bailarino.

Deve-se analisar os principais fundamentos técnicos da dança que envolvem a força, potência, flexibilidade, coordenação, equilíbrio, agilidade, resistência muscular e cardiovascular, entre outros.Sem esses não é possível ter êxito na prática da dança (Me aprofundarei nesses temas).
Qualquer dúvida estou à disposição.





Referências:

PRATI, S R A; PRATI, A R C. Níveis de aptidão física e análise de tendências posturais em bailarinas clássicas . Rev. Bras.Cineantropom. Desempenho Hum. 2006;8(1):80-87. FUENTE, E. R, et al. Danza Professional: Una revisión desde la salud laboral. Rev Esp Salud Pública 2009, Vol. 83, N.° 4. CAPRI, Fabíola Schiebelbein; FINCK, Sílvia Christina Madrid. A dança no contexto da educação física: Uma análise da prática de ensino de professores e de acadêmicos no processo de formação docente. http://www.efdeportes.com/ Revista Digital.Buenos Aires. Ano 13.Nº 128.Janeiro de 2009

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